CORRIGIVEL
É a isso que prefiro...
A beleza certa dos que sorriem
Oferecendo algo de paz nos seus espasmos;
Não o silêncio dos que choram
Com seus olhos derreados pela angústia
Envergonhados, frágeis, decadentes
Morrendo que nem o sol no fim da tarde...
É a isso que prefiro...
Os que nascem aos que morrem;
Aos que chegam pela luz da esperança,
Pelas portas escancaradas do mundo tenso, apavorante,
Mas que espalham vida pelas vielas da humanidade.
Não os que partem,
Os que levam consigo a nossa melhor porção
E nunca voltam como e quando bem queríamos.
Os que estarão aqui amanhã, com toda certeza,
De braços postos na indicação dos nossos encontros
Com a beleza dos seus sorrisos
A expressão das suas alegrias
Duma paz imensa e sem limites
Por se saberem vivos, iluminados...
Não os que se foram
Fazendo da nossa alegria um caldo de lágrimas
E nos deixando perdidos de nós
Porque sem o bônus das suas presenças de tempos habituadas.
E que nos faltam com seus abraços fortes e sinceros
Com a força idêntica aos apertos das mãos amigas de verdade
Ao invés da visão perdida pelas distâncias
Que se encurtam pelas lágrimas embaçantes
E se perdem nos campos ermos da saudade
Sem nada produzir...
É... Agora é a isso que prefiro,
Porque o sorriso é tudo!!!
A beleza certa dos que sorriem
Oferecendo algo de paz nos seus espasmos;
Não o silêncio dos que choram
Com seus olhos derreados pela angústia
Envergonhados, frágeis, decadentes
Morrendo que nem o sol no fim da tarde...
É a isso que prefiro...
Os que nascem aos que morrem;
Aos que chegam pela luz da esperança,
Pelas portas escancaradas do mundo tenso, apavorante,
Mas que espalham vida pelas vielas da humanidade.
Não os que partem,
Os que levam consigo a nossa melhor porção
E nunca voltam como e quando bem queríamos.
Os que estarão aqui amanhã, com toda certeza,
De braços postos na indicação dos nossos encontros
Com a beleza dos seus sorrisos
A expressão das suas alegrias
Duma paz imensa e sem limites
Por se saberem vivos, iluminados...
Não os que se foram
Fazendo da nossa alegria um caldo de lágrimas
E nos deixando perdidos de nós
Porque sem o bônus das suas presenças de tempos habituadas.
E que nos faltam com seus abraços fortes e sinceros
Com a força idêntica aos apertos das mãos amigas de verdade
Ao invés da visão perdida pelas distâncias
Que se encurtam pelas lágrimas embaçantes
E se perdem nos campos ermos da saudade
Sem nada produzir...
É... Agora é a isso que prefiro,
Porque o sorriso é tudo!!!
