AOS AMIGOS E POUCOS LEITORES
Pessoas próximas a mim, reclamaram que maneirei demais nas postagens do blog. Insinuam (e devido à grande amizade que nos une ainda não “despachei” nenhum para a terra dos pés juntos) que estou me beneficiando de vantagens no governo. O que, para eles, justificaria a mudança no comportamento crítico em relação a Lula e essa rapaziada petista.
Nada disto. Não mudei meu pensamento, não deixei de nutrir o mesmo nojo pelo PT e seus “aliados”, esses politicóides fuleiros que integram a grande quadrilha; nem me calei em função de vantagens governamentais. Que, aliás, neste governo são distribuídas com uma facilidade impressionante. Ou melhor, como regra de cooptação. A última moda delles é agora a “unanimidade”, ou o governo sem oposição – algo inédito num mundo democrático, fora dos parâmetros ditatoriais, dos regimes de exceção. É outra malandragem desses meninos – o Mensalão Branco, praticado no atacado, e que não fere a lei civil, mas a vergonha pessoal – mas como político quando entra nessa vida pendura a dignidade atrás da porta...
A verdade é que estou cuidando mais da minha vida. Não que haja desistido de combater a meu modo esse estado de coisas. Mas é que o país te leva a um isolamento infeliz, e você fica parecendo o imbecil que contesta o justo. Os meninos da política – em especial esses do PT, têm um dom fabuloso de inverter a realidade, distorcer as coisas, de sorte que você fica parecendo o bandido ao combatê-los. Elles conseguem distorcer tanto as coisas, e nossa gente lesa parece que gosta tanto de acreditar no que ouve, que estão triunfando lépidos e fagueiros, “sem sabe de nada, sem ver nada, sem fazer nada”. Deixa o tempo trabalhar!!!
Vejo agora a luta habitual por cargos públicos. É uma coisa irritante. Não porque não se deva lutar por espaços. Não. Mas é que o grande interesse é a capacidade de produzir votos através destes cargos o que está em jogo. Isso e o montante de recursos que se gerencia, e as comissões espetaculares que oferecem. Outro dia mesmo, lendo o Diário Oficial, vi uma coisa que me arrepiou os cabelos – um serviço de capina ao preço de R$ 600 mil. Sem oposição, quantas dessas não haverão de ocorrer? Daí pra pior.
E os problemas atinentes a cada órgão desses? Por exemplo, na Cepisa – nossa falida e esturricada empresa de energia elétrica. A briga por sua presidência está fedendo. Mas que ninguém se iluda: resolver o problema do sucateamento da rede de distribuição está em último plano. Teresina hoje está no estágio do sistema nacional. E como nas cidadezinhas menores do Estado, onde ao acender a lâmpada da sala a da cozinha se apaga. Noutra ocasião, o presidente da empresa deu essa explicação sem-vergonha para o fato de, aqui, se o cachorro mijar no poste faltar luz nas casas – não tem uma chuva razoável que caia desse céu de meu Deus que não traga consigo a falta da “luz”. Pois dizia o homem que o caso é culpa da população, que não poda as árvores de suas casas, que tocam os fios elétricos, agravando-se nas ventanias, quando pendem por sobre a rede, comprometendo a integridade do cabeamento. É isso aí. Somos nós os culpados pelos assaltos a mão armada, porque nós é que fornecemos armas aos bandidos. Somos nós os responsáveis pela falta dágua nas casas, porque consumimos demais... E por aí vai.
Falar em água, tenho pena mesmo é da Agespisa. Essa nossa concessionária do serviço de águas e esgotos ainda não quebrou de ruim. Meus amigos, se vocês soubessem o tanto de maracutaia que já se fez na coitada... Roubo. Roubo grande! E a teimosa lá, desafiando tudo: a água que chega às casas tem um aspecto terrível; quando chega, porque tem lugar na cidade onde mais falta do que chega. A briga por sua direção, ao contrário, está é renhida. E pra piorar, a Prefeitura quer cassar a concessão para beneficiar efetivamente a comunidade local, através de políticas corretas de cobrança e atendimento das demandas. O problema é que se tirar Teresina da sua linha de atuação a Agespisa vai pro brejo. Como a gente sabe, no governo petista o corporativismo, sobretudo o sindical, tem mais força do que o satanás, e por isso um dos Sindicatos que elles controlam já fincou o pé, e vai tumultuar o processo. Acho, pessoalmente, justo, pois são pais de família que estão ameaçados pelo desemprego medonho. Caso a empresa perca a concessão de Teresina, realmente, ela quebra, pois é a arrecadação que extorsivamente sai dos bolsos dos teresinenses que sustenta a empresa. Mas, pergunto: por que os ínclitos pais de família que ali trabalham não meteram o pé na parede contra a nomeação dos ladrões safados que ao longo do tempo passaram por sua presidência? Ninguém melhor do que eles pra acompanhar as gestões pecaminosas.
Mas é isso. A competência não importa diante de um estado retalhado, loteado, um saco de gatos lamentável, como esse, em função dos apoiamentos políticos. Porque vivemos num estado onde falta de tudo – conversas diferentes dessa são mentiras deslavadas. Não temos o princípio, que é a iniciativa, a decisão de pensar no todo comunitário, e trabalhar para ele.
Carecemos de estradas, de fazer valer a produção agrícola, com políticas de verdade, e não propaganda. De combater o analfabetismo, de estimular corretamente a capacidade empreendedora da gente lascada desse estado. De respeitar, pra ser exato, o nosso povo. Parar de tanta conversa mole, de tanta mediocridade.
Aí vem por fora essa renca de urubus, e se permite aumento salarial astronômico, a ser pago com o suado dinheiro do contribuinte – a quem, nesse filme, só cabe o papel de produtor. Filme esse que, todos sabem, será fracasso total de bilheteria!
Sabe por que isso acontece? Por culpa da nossa passividade. Deus do céu, não entra na minha cabeça essa estultice que o povo brasileiro fez, não digo nem "reelegendo", mas "não cassando" esse governo corrupto e frágil logo no estouro daquele episódio do Marcos Valério, Delúbios e Zé Dirceu. Coisas esquecidas e que, não demora, se repetirá, e novamente não trará qualquer conseqüência justa. Extamente porque os brasileiros querem um país de brincadeira, sem vergonha, sem moral, sem justiça, sem dignidade, expressa na escolha e votação de políticos desonestos, safados, indecentes.
Nada disto. Não mudei meu pensamento, não deixei de nutrir o mesmo nojo pelo PT e seus “aliados”, esses politicóides fuleiros que integram a grande quadrilha; nem me calei em função de vantagens governamentais. Que, aliás, neste governo são distribuídas com uma facilidade impressionante. Ou melhor, como regra de cooptação. A última moda delles é agora a “unanimidade”, ou o governo sem oposição – algo inédito num mundo democrático, fora dos parâmetros ditatoriais, dos regimes de exceção. É outra malandragem desses meninos – o Mensalão Branco, praticado no atacado, e que não fere a lei civil, mas a vergonha pessoal – mas como político quando entra nessa vida pendura a dignidade atrás da porta...
A verdade é que estou cuidando mais da minha vida. Não que haja desistido de combater a meu modo esse estado de coisas. Mas é que o país te leva a um isolamento infeliz, e você fica parecendo o imbecil que contesta o justo. Os meninos da política – em especial esses do PT, têm um dom fabuloso de inverter a realidade, distorcer as coisas, de sorte que você fica parecendo o bandido ao combatê-los. Elles conseguem distorcer tanto as coisas, e nossa gente lesa parece que gosta tanto de acreditar no que ouve, que estão triunfando lépidos e fagueiros, “sem sabe de nada, sem ver nada, sem fazer nada”. Deixa o tempo trabalhar!!!
Vejo agora a luta habitual por cargos públicos. É uma coisa irritante. Não porque não se deva lutar por espaços. Não. Mas é que o grande interesse é a capacidade de produzir votos através destes cargos o que está em jogo. Isso e o montante de recursos que se gerencia, e as comissões espetaculares que oferecem. Outro dia mesmo, lendo o Diário Oficial, vi uma coisa que me arrepiou os cabelos – um serviço de capina ao preço de R$ 600 mil. Sem oposição, quantas dessas não haverão de ocorrer? Daí pra pior.
E os problemas atinentes a cada órgão desses? Por exemplo, na Cepisa – nossa falida e esturricada empresa de energia elétrica. A briga por sua presidência está fedendo. Mas que ninguém se iluda: resolver o problema do sucateamento da rede de distribuição está em último plano. Teresina hoje está no estágio do sistema nacional. E como nas cidadezinhas menores do Estado, onde ao acender a lâmpada da sala a da cozinha se apaga. Noutra ocasião, o presidente da empresa deu essa explicação sem-vergonha para o fato de, aqui, se o cachorro mijar no poste faltar luz nas casas – não tem uma chuva razoável que caia desse céu de meu Deus que não traga consigo a falta da “luz”. Pois dizia o homem que o caso é culpa da população, que não poda as árvores de suas casas, que tocam os fios elétricos, agravando-se nas ventanias, quando pendem por sobre a rede, comprometendo a integridade do cabeamento. É isso aí. Somos nós os culpados pelos assaltos a mão armada, porque nós é que fornecemos armas aos bandidos. Somos nós os responsáveis pela falta dágua nas casas, porque consumimos demais... E por aí vai.
Falar em água, tenho pena mesmo é da Agespisa. Essa nossa concessionária do serviço de águas e esgotos ainda não quebrou de ruim. Meus amigos, se vocês soubessem o tanto de maracutaia que já se fez na coitada... Roubo. Roubo grande! E a teimosa lá, desafiando tudo: a água que chega às casas tem um aspecto terrível; quando chega, porque tem lugar na cidade onde mais falta do que chega. A briga por sua direção, ao contrário, está é renhida. E pra piorar, a Prefeitura quer cassar a concessão para beneficiar efetivamente a comunidade local, através de políticas corretas de cobrança e atendimento das demandas. O problema é que se tirar Teresina da sua linha de atuação a Agespisa vai pro brejo. Como a gente sabe, no governo petista o corporativismo, sobretudo o sindical, tem mais força do que o satanás, e por isso um dos Sindicatos que elles controlam já fincou o pé, e vai tumultuar o processo. Acho, pessoalmente, justo, pois são pais de família que estão ameaçados pelo desemprego medonho. Caso a empresa perca a concessão de Teresina, realmente, ela quebra, pois é a arrecadação que extorsivamente sai dos bolsos dos teresinenses que sustenta a empresa. Mas, pergunto: por que os ínclitos pais de família que ali trabalham não meteram o pé na parede contra a nomeação dos ladrões safados que ao longo do tempo passaram por sua presidência? Ninguém melhor do que eles pra acompanhar as gestões pecaminosas.
Mas é isso. A competência não importa diante de um estado retalhado, loteado, um saco de gatos lamentável, como esse, em função dos apoiamentos políticos. Porque vivemos num estado onde falta de tudo – conversas diferentes dessa são mentiras deslavadas. Não temos o princípio, que é a iniciativa, a decisão de pensar no todo comunitário, e trabalhar para ele.
Carecemos de estradas, de fazer valer a produção agrícola, com políticas de verdade, e não propaganda. De combater o analfabetismo, de estimular corretamente a capacidade empreendedora da gente lascada desse estado. De respeitar, pra ser exato, o nosso povo. Parar de tanta conversa mole, de tanta mediocridade.
Aí vem por fora essa renca de urubus, e se permite aumento salarial astronômico, a ser pago com o suado dinheiro do contribuinte – a quem, nesse filme, só cabe o papel de produtor. Filme esse que, todos sabem, será fracasso total de bilheteria!
Sabe por que isso acontece? Por culpa da nossa passividade. Deus do céu, não entra na minha cabeça essa estultice que o povo brasileiro fez, não digo nem "reelegendo", mas "não cassando" esse governo corrupto e frágil logo no estouro daquele episódio do Marcos Valério, Delúbios e Zé Dirceu. Coisas esquecidas e que, não demora, se repetirá, e novamente não trará qualquer conseqüência justa. Extamente porque os brasileiros querem um país de brincadeira, sem vergonha, sem moral, sem justiça, sem dignidade, expressa na escolha e votação de políticos desonestos, safados, indecentes.
Enquanto agirmos como se isso estivesse acontecendo na Venezuela de Hugo Chavez, a tendência é piorar.

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